Especial: Street Fighter 2 Victory - parte 1

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Quem já não jogou o clássico game de luta Street Fighter? O jogo que deu origem a vários do gênero está disponível para qualquer plataforma de videogame... e com certeza é bem mais "idolatrado" por muitos que viveram a boa época de cabular aula para jogar fliperama no bar (xD). Em 1994 a Capcom lançou o jogo Street Fighter 2, e, aproveitando o lançamento, os japoneses produziram um anime intitulado Street Fighter 2 Victory. A série foi ao ar em 1995, com a direção de Gisaburo Sugii. Apesar de não ter sido um grande sucesso em nível mundial, o anime é muito lembrado por nós, brasileiros, pois teve sua exibição feita pelo SBT no final da década de 90, justamente quando a franquia Street Fighter estava em alta no Brasil (graças ao tosco filme do Jean-Claude Van Damme ¬¬).
O anime de Street Fighter começa muito bem, somos apresentados a excelentes desenhos de personagens e animações. O primeiro, segundo e terceiro episódio da série dão a entender que teríamos pela frente uma série empolgante e repleta de adrenalina (geralmente é isso que sentimos quando jogamos SF), porém a emoção fica por aí... o desenrolar do anime acaba ficando meio monótono a partir do quarto episódio, porém tem uma ótima história e desenho, além das lutas, pancadaria e muito sangue, o que faz valer muito a pena assisti-lo! No centro da história temos Ryu e Ken: eles são dois discípulos de artes marciais que treinaram juntos no norte do Japão em sua pré-adolescência, porém acabam sendo separados. Ken voltando para a América e Ryu continuando sua vida no Japão. O anime mostra o reencontro deles, e sua viagem para descobrir fortes lutadores pelo mundo.
Street Fighter 2 Victory não é baseado em nenhum mangá, ou seja, é puro comercial mesmo (;p). Essa série é amada por uns, e odiadas por outros... Isso porque se diferencia muito da história original. No começo já damos de cara com Ryu e Ken adolescentes, ambos tem 17 anos. A Chun-Li acaba de debutar (xD), com seus apenas 15 aninhos... Mas esse fato deve ser desconsiderado, pois todo fã de anime tem o dever de saber que o Japão gosta de deixar a série do jeitinho "japa" de ser.
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