Dragon Ball, a fase Z - parte 1

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20 anos de sucesso consolidado no Japão e 10 no Brasil; 26 volumes de mangá no Japão e 51 no Brasil (fora a primeira fase); 291 episódios; 13 filmes e 2 OVAs exibidos em 3 emissoras japonesas e 4 brasileiras; 1 longa-metragem americano produzido pela Warner Bros. Segundo esses dados, você já sabe de quem estamos falando? Começa com DRAGON e termina com BALL Z.

Uma cartada de mestre do artista de mangás japonês, Akira Toryama, criado no final da década de 80, se tornou um fenômeno que se arrastou por todos os cantos do mundo, chegando até o inicio do século XXI. Qual a fórmula do sucesso de audiência, da proliferação de uma moda e da criação de uma marca com gigantesco número de vendas? Bom, é necessária uma mente brilhante e fértil, financiamento para dar em prática o projeto, uma equipe especializada, e uma empresa privada que compre a idéia. Só isso?

A marca Dragon Ball foi além das fronteiras da ilhada terra denominada Japão, infestou o oriente e conquistou o ocidente. Tudo isso já sabemos, mas o que consolidou esse status foi a fase Z.

Após 16 volumes lançados entre 1984 e 1995, e 153 episódios exibidos entre 1986 e 1989, a série Dragon Ball, contando a história de Son Goku criança em torno das Esferas do Dragão, foi encerrada. Só em 1996 o Brasil pode ver essa fase pela metade no SBT. Mas era necessário mais, o sucesso tinha que ter continuidade. Se Son Goku terminou grande e casado, segundo a linha da vida humana, agora ele tem que ter um filho e uma moradia para constituir uma família, essa foi a fórmula inicial para criação de Dragon Ball Z. As Esferas do Dragão, que intitula o mangá/anime já foram gastas, o plano de fundo terá que ser as lutas físicas entre os personagens. Então é necessário um roteiro que fuja da idéia da primeira fase e uma tecnologia mais avançada para dar vida ao desenho.

E foi assim que a fase de maior sucesso da Trilogia Dragon Ball foi criada.
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